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Vida; Arte; Canto; Grito; Força

  • psihelenabreu
  • 7 de out. de 2024
  • 2 min de leitura

Vida; Arte; Canto; Grito; Força


Que há de encontro? 


Precisamos da arte: “a vida é amiga da arte”, cantou Gal


A arte como esse elemento que refrigera; 


(im)pulsiona. 


Estive pensando nas relações como uma espécie de arte viva, ao vivo. 


“Por isso uma força me leva a cantar” 


Escutei essa canção.


Ao ato de escutar, atribuiu-se: “porque há o direito ao grito, então eu grito” (C.L)


E esse grito de voz tamanha, acontece como lembrete de que temos uma força assim, estranha; força estranha que evoca: “eu sou mais forte do que eu” (C.L). 


Essa música é um belo lembrete.


Por isso: lembra!


Lembra que há direito ao grito; lembra que se pode cantar. Lembra que tua força é tamanha. E que há sim, como você mesmo ser mais forte que si próprio.


Isso porque o percurso não é fácil, mas a vida segue acontecendo e enquanto sentimos nossa insuficiência, só a sentimos porque ainda estamos aqui: vivendo e de certo modo, sendo suficientes de alguma maneira. 


[...]


Nós nos relacionamos por toda a vida. E esta, só há porque houve troca.


Que há nesse percurso que pode ser atravessado por uma arte que seja viva?


Essa força que está para cada pessoa, está também porque há um outro, num encontro em que se faz e refaz.


Aprende e desaprende.


Com um outro, o grito não precisa ser solitário. Estar em companhia é a ar-te que refrigera. E lembra: estar em companhia é tarefa difícil, mas possível.


Que possamos nos lembrar que há força tamanha e suficiente para nos lançarmos ao encontro com o outro de forma a refriger-ar.


Que o encontro seja a poesia ao vivo, preservando aquilo que se é, ao mesmo tempo em que se impulsiona novas criações ou canções.


 
 
 

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